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CLÁUDIO CRUZ

violino

MARCELO BRATKE

piano

DOMINGO | 24 DE ABRIL | 11H30

PROGRAMA   
 
H. VILLA LOBOS (1887-1959)

O Canto do Cisne Negro (1917)
 
F. LISZT (1811-1886) / N. MILSTEIN (1903-1992)

Consolação n. 3 (1849-50)
 
P. I. TCHAIKOVSKY (1840-1893)

Andante Cantabile (1871)
 
J. BRAHMS (1833-1897)

Dança Húngara n. 17 (1879)
 
J. MASSENET (1842-1912)

Meditação de Thaís (1894)
 
C. W. GLUCK (1714-1787)

Orfeu e Eurídice, Melodia (1762)
 
H. VILLA LOBOS (1887-1959)

Improviso n. 7 (1915)
 
F. CHOPIN (1810-1849) / N. MILSTEIN (1903-1992)

Noturno em Dó # menor Op. Post. (1830)
 
N. PAGANINI (1782-1840)

Andante Cantabile (1822-24)
 
F. KREISLER (1875-1962)

Liebesleid (1905)
 
JOÃO CRUZ (1932-2015)

Sentimentos de um Luthier
 
M. DE FALLA (1876-1946)

Dança Espanhola (1904-13)

CLAUDIO CRUZ foi iniciado na música com seu pai. Recebeu ainda orientações de Erich Lenninger, Maria Vischnia (violino) e George Olivier Toni (Teoria e Regência). Foi premiado pela Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA), Prêmio Carlos Gomes, Prêmio Bravo, Grammy Awards, dentre outros. Participou de diversos Festivais de Música: Festival Internacional de Campos de Jordão, Festival de Verão da Carinthia (Áustria), Festival Internacional de Música de Cartagena, Festival Internacional La Música (Sarasota- EUA), dentre outros. De 1990 a 2014 ocupou o cargo de Spalla da Osesp. Foi Regente Titular das Sinfônicas de Ribeirão Preto, de Campinas e da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Atualmente é Primeiro violino do Quarteto Carlos Gomes, Regente e Diretor Musical da Orquestra Jovem do Estado de SP. Em sua discografia destacam-se os Concertos de Bruch, Tchaikovsky, Ronaldo Miranda e a Fantasia de Almeida Prado, gravados com a Osesp, Duo de Kodaly, gravado com Antônio Meneses (Selo Avie), CD com obras brasileiras gravado na Itália (Selo Dynamic), CDs de compositores brasileiros gravados pelo Quarteto Carlos Gomes. Em 2021 lançou os trios de Villa-Lobos com Antônio Meneses e Ricardo Castro e os Quartetos de Meneleu Campos com o Quarteto Carlos Gomes pelo selo Sesc.

 

MARCELO BRATKE iniciou seus estudos de piano aos 14 anos com Zélia Deri. Dois anos mais tarde estreou ao lado da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) sob a regência do maestro Eleazar de Carvalho, recebendo o Prêmio Pianista Revelação da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte).

Fez sua estreia na Europa no Festival de Salzburg em 1988 e desde então vem se apresentando regularmente em salas de concerto no Brasil e no exterior como a Sala São Paulo, o Wigmore Hall em Londres, o Suntory Hall em Tóquio, o Kozerthaus Berlin e o Carnegie Hall em Nova York, entre outras.

Em 2008, Marcelo Bratke criou a Camerata Brasil, uma orquestra formada por jovens músicos oriundos de áreas desprivilegiadas da sociedade brasileira. Juntos realizaram cerca de 300 concertos no Brasil, Argentina, Japão, Reino Unido, Sérvia, Coreia do Sul, Holanda e nos Estados Unidos, onde se apresentaram em um concerto homenageando Heitor Villa-Lobos no Carnegie Hall em Nova York.

Em parceria com a artista visual Mariannita Luzzati, realizou o projeto Cinemúsica, criado para ser apresentado em penitenciárias brasileiras e levado posteriormente a salas de concerto na Europa, Brasil e Estados Unidos.

Criou, em 2004, o Projeto Villa-Lobos Worldwide que divulga o compositor em ações que incluem a gravação da obra completa para piano solo de Villa-Lobos em desenvolvimento com o selo britânico Quartz Music, concertos no Brasil e no exterior e programas de rádio e televisão.

Como apresentador de rádio e televisão, Marcelo Bratke idealizou e apresenta, desde 2015, o programa semanal “Alma Brasileira” na Rádio Cultura FM. Em 2017 dirigiu e apresentou a série de documentários para TV em oito episódios sobre Heitor Villa-Lobos intitulada “O Tempo e Música - Villa-Lobos” para o Canal Arte 1. Em 2020 criou uma série de 20 vinhetas com música clássica para TV Bandeirantes e em 2021 dirigiu e apresentou uma série de documentários para o Canal Arte 1 intitulada “Música no meu Jardim” sobre Bach, Mozart, Beethoven e Chopin.

Em 2017, Marcelo Bratke recebeu a Ordem do Mérito Cultural (Título: Comendador) concedida pelo Presidente da República Michel Temer e pelo Ministério da Cultura por seu projeto dedicado a Heitor Villa-Lobos.